Como ensinamos a gramática do inglês na inFlux?

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Como ensinamos a gramática do inglês na inFlux?
Gramática + conversação

Aprender inglês focando na conversação ou na gramática?

Entenda por que escolher apenas um dos dois caminhos pode limitar seu progresso e como aprender gramática em uso, com chunks e prática de comunicação, pode tornar o inglês mais natural.

Resumo rápido

O que faz diferença no aprendizado

Conversação sozinha não bastaé preciso repertório e estrutura para sustentar a fala
Gramática isolada também limitasaber a regra não garante conseguir usá-la na hora
Chunks integram o idiomavocabulário, estrutura e pronúncia aparecem juntos
Prática em contextoo aluno usa o que aprende em situações de comunicação
Resposta direta

É melhor estudar conversação ou gramática?

O ideal é desenvolver as duas de forma integrada. A conversação precisa de repertório e estrutura; a gramática precisa aparecer em situações de uso para deixar de ser apenas uma regra decorada.

Conversação ou gramática: em que focar para aprender inglês?

Você já deve ter se perguntado qual a melhor forma de aprender inglês para alcançar a fluência. Será que é melhor focar na conversação, ou estudar bastante a gramática para falar corretamente?

Se pensarmos bem, faz sentido que precisamos das duas coisas para falar bem um idioma.

O problema é que muitos alunos passam anos estudando gramática e ainda não se sentem seguros para falar. Já quem investe apenas em conversação pode até conseguir se comunicar em algumas situações, mas frequentemente sente falta de repertório e estrutura.

Talvez você já tenha passado por uma situação assim: sabia o que queria dizer e até lembrava algumas palavras, mas a frase não saía.

Na hora de juntar tudo, surgiram dúvidas sobre preposição, tempo verbal ou ordem das palavras. A sensação é de que a resposta está “na ponta da língua”, mas não chega completa.

Isso é motivo de frustração para muitos alunos. Estudar por anos, investir tempo e dinheiro e não alcançar a tão esperada fluência.

Por que tanta gente estuda inglês e ainda trava para falar?

Na maior parte das vezes isso acontece porque os cursos tradicionais, mesmo aqueles que oferecem conversação, focam bastante no ensino de regras gramaticais e listas de palavras. Quem nunca ficou horas memorizando uma lista de verbos irregulares, ou fez tabelinhas de preposições?

E isso parece funcionar até que você precise colocar em prática. Montar esse quebra-cabeça de palavras, lembrando das regras gramaticais e suas exceções demora tempo, a frase sai incompleta, errada ou por vezes a conversa acaba e a frase nem sai.

Pense em como você fala português. Quantas vezes precisa parar para consultar uma regra gramatical antes de dizer algo?

Você normalmente não hesita para conjugar um verbo no passado nem analisa conscientemente qual preposição usar em expressões como “sonhei com você” ou “sonho em comprar um carro”. A gramática de uso já está internalizada.

Por isso, o ideal é aprender a gramática de uso do inglês através de chunks ao invés de ficar memorizando regras e listas. Vamos falar mais sobre isso ao longo desse artigo.

Ponto-chave

Não é gramática ou conversação. É gramática em uso.

O objetivo é aprender estruturas dentro de combinações e situações que você possa reutilizar. Assim, regra, vocabulário e fala deixam de ser partes desconectadas do estudo.

Gramática e conversação precisam andar juntas

Este é sem dúvida o maior desafio. Dominar a gramática e o vocabulário de forma natural, assim como falamos nossa língua nativa.

Afinal, quando você fala português, você pensa qual tempo verbal vai usar? “Ah, vou contar uma história que aconteceu comigo ontem, então preciso me atentar para usar os verbos no passado.”. Ninguém pensa isso! Por que uma segunda língua deveria ser diferente?

E não precisa ser. Podemos aprender a gramática e desenvolver a fluência em uma segunda língua, assim como falamos nossa língua nativa.

Como integrar gramática, vocabulário e conversação

Sabendo dessa necessidade e das principais dificuldades dos alunos brasileiros ao aprender inglês, a inFlux a partir de pesquisas, identificou quais seriam os principais desafios de um curso de inglês.

Os alunos buscavam um curso completo: aprender gramática e vocabulário, mas também desenvolver compreensão e fala.

E queriam perceber resultados em menos tempo. Esperar muitos anos para conseguir usar o idioma pode ser desmotivador, principalmente quando oportunidades acadêmicas, profissionais ou pessoais dependem do inglês.

Para atender esta demanda, a inFlux desenvolveu o método exclusivo da inFlux. Que traz através da combinação de duas eficazes abordagens de ensino: Abordagem Comunicativa e Abordagem Lexical, uma nova maneira de ensinar e aprender inglês.

E com isso, no curso da inFlux o aluno aprende a gramática de forma natural.

Método exclusivo com chunks

Veja como a inFlux integra gramática e comunicação

O método combina as Abordagens Lexical e Comunicativa para trabalhar estruturas, vocabulário, pronúncia e uso real do idioma de forma integrada.

Conheça o método inFlux

Como a gramática é trabalhada no método da inFlux

A gramática é ensinada no curso da inFlux através de chunks. Vamos te explicar melhor:

Chunks of language ou itens lexicais são grupos de palavras e combinações de palavras muito usadas no dia a dia de uma língua. Por exemplo:

Um chunk simples que já traz gramática embutida

How are you? Como vai?

Este é um dos primeiros chunks que muita gente aprende em inglês. O aluno escuta, repete, entende o significado e consegue usar a expressão sem precisar analisar toda a estrutura.

A gramática está ali — verbo to be, pronome interrogativo e ordem da pergunta — mas é assimilada dentro de uma combinação completa.

Isso porque a gramática que está inserida ali (verbo to be, question words, etc.) é absorvida, internalizada naturalmente.

Você não precisa montar uma tabelinha de verbo to be para perguntar “Como vai?” em inglês não é mesmo?

Porém depois de aprender alguns chunks básicos, os cursos começam a ensinar alguns verbos soltos, e logo uma tabela de verbos irregulares para memorizar. E aí já aparece o temido “verbo to be” e uma tabela de conjugações e regrinhas.

E o aprendizado toma outro rumo, focado em regras gramaticais e muita, mas muita palavra solta.

Na inFlux, a gramática também é ensinada, porém tudo é ensinado como você aprendeu o “How are you?”. De forma natural, com muitos exemplos e prática.

Tipos de chunks: sentenças fixas e semi-fixas

Segundo a abordagem lexical, os chunks podem ser divididos em categorias, e vamos falar de duas delas: as sentenças fixas e semi-fixas.

O que são chunks fixos?

Sentenças fixas, como o nome mesmo diz, não mudam, são geralmente usadas da mesma forma. Vamos utilizar um exemplo em português. Imagine que você está em dezembro, Natal e Ano Novo. Por toda a cidade vemos outdoors, propagandas na tv, lojas e vemos o seguinte chunk:

Feliz Natal e um próspero Ano Novo!

Este é um chunk fixo do português, porque normalmente ele é usado desta forma, sem variação. É até automático, não é?

Dificilmente falaríamos “alegre Natal” ou “afortunado Ano Novo”. Isso soaria até estranho, mesmo não tendo nenhum erro gramatical, a frase estaria correta, porém não muito comum.

Em inglês, até poderíamos dizer “prosperous New Year”, mas o chunk equivalente aos nossos “Feliz Natal e próspero Ano Novo” seria:

Merry Christmas and a Happy New Year!

Perceba também que usamos, mais comumente, a palavra “merry”, e não “happy” em “Merry Christmas” e ninguém falaria “Merry New Year”! O interessante é que a língua acontece assim, e quanto mais chunks você aprender, mais próximo de um nativo será o seu inglês.

O que são chunks semifixos?

Já as sentenças semi-fixas possuem uma parte delas que é fixa e uma parte que podemos mudar, criando novas frases. Um exemplo em português:

Eu acordei (cedo).

O chunk acima, tem uma parte fixa “eu acordei” e uma parte que é móvel entre parênteses: “cedo”. Se quisermos falar outra frase, como por exemplo, “eu acordei tarde” vamos utilizar a parte fixa do chunk e mudarmos a parte entre parênteses:

Eu acordei (tarde).

A partir daí, temos diversas possibilidades:

Slide1 inFlux
Exemplo visual de como um chunk semifixo pode gerar diferentes combinações em português.

Veja que acima, temos do lado esquerdo um chunk e do lado direito outros chunks que combinam entre si neste contexto. Veja como eles ficariam em inglês:

Slide2 inFlux
As mesmas combinações aplicadas em inglês, com “I woke up…” como parte fixa.

I woke up early.

 

I woke up late.

 

I woke up at 7o´clock.

 

I woke up hungry.

 

I woke up in the middle of the night. 

 

I woke up feeling sick.

 

Além de aprender o significado e praticar a pronúncia, esses chunks já trazem a gramática em uso.

Você aprende, por exemplo, que “às 7h” aparece como “at 7 o’clock” e que “no meio da noite” é “in the middle of the night”. As preposições vêm junto com a expressão, sem exigir uma decisão separada toda vez que você fala.

Com chunks, você não precisa montar toda frase palavra por palavra.

Você passa a ter blocos de linguagem já praticados e gramaticalmente corretos, que podem ser combinados para criar novas frases com mais rapidez e menos tradução mental.

Tipos de chunks: words e collocations

Outros tipos de chunks são words (palavras) e collocations (combinações, geralmente de duas palavras como adjetivo + substantivo, verbo + substantivo, entre outras).

Exemplos de words usados como chunks

Vejam alguns exemplos de words:

Absolutely. Com certeza.

 

Awesome! Que massa! Maravilha!

 

Como funcionam as collocations

E collocations são as combinações que podem ser diferentes de uma língua para a outra.

Em português nós falamos “fazer café” e “arrumar a cama”. São verbos diferentes. Porém em inglês, podemos dizer “make coffee” e “make the bed”.

Agora, “fazer café” e “fazer a lição de casa” em português, usamos o mesmo verbo “fazer”. Porém em inglês temos: “make coffee” mas “do the homework”.

E agora? Como vou saber quando usar uma palavra ou outra?

NNa inFlux, o método foca no ensino destas combinações. Com exemplos e muita prática, você absorve collocations que se tornam automáticas, assim como em português.

Teste rápido: como a gramática de uso funciona em português

Vamos fazer um teste rápido? Complete as frases mentalmente:

Eu moro _________ Bahia.

Eu moro _________ Rio Grande do Sul.

Eu moro _________ São Paulo.

Provavelmente suas respostas foram:

Eu moro na Bahia.

Eu moro no Rio Grande do Sul.

Eu moro em São Paulo.

Como que nós sabemos quando usar “na”, “no” e “em”? Você precisou pensar na regra de gramática do português? Ou esta gramática já está internalizada, fazendo com que você fale corretamente?

Completamos estas frases com facilidade pois temos muito input correto do português, afinal, é a língua que temos contato no dia a dia.

E para que isso seja possível também no inglês, precisamos deste input correto das collocations.

Em uma aula inFlux, os alunos aprendem as palavras junto com as collocations mais comuns e em seguida já praticam. Assim a gramática também é internalizada naturalmente.

Em resumo, a gramática faz parte do método da inFlux, mas aparece integrada aos chunks e às situações de comunicação.

A cada aula, o aluno trabalha words, collocations e sentenças fixas ou semifixas dentro de contextos em que pode realmente usar essas combinações. A prática de comunicação entra desde o início do processo.

Mais futuro em menos tempo

Quer aprender inglês com gramática e comunicação trabalhando juntas?

Encontre a inFlux mais próxima e conheça um aprendizado que usa chunks, prática e situações de comunicação desde as aulas.

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Perguntas frequentes

É melhor estudar conversação ou gramática?

O ideal é desenvolver as duas de forma integrada, usando estruturas e vocabulário dentro de situações reais de comunicação.

Por que estudar gramática por anos não garante fluência?

Porque saber regras isoladas não significa conseguir recuperá-las e aplicá-las com rapidez durante uma conversa.

Como os chunks ajudam com a gramática?

Chunks apresentam combinações e estruturas já usadas em contexto, ajudando a internalizar padrões gramaticais junto com vocabulário e pronúncia.

O que são chunks fixos e semifixos?

Chunks fixos costumam aparecer sempre da mesma forma; semifixos têm uma parte fixa e outra que pode ser adaptada para criar novas frases.

O que são collocations?

São combinações de palavras que aparecem juntas de forma natural e frequente, como make coffee, make the bed e do the homework.

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